ESCOLA HERMANN BERGER

ESCOLA HERMANN BERGER

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

ES+ EDUCAÇÃO PROFISSIONAIS PREMIA ALUNA DA ESCOLA HERMANN BERGER

A nossa aluna,Daniela Belz,da 8ª série B, foi premiada ontem com um Smart fone,pois venceu um concurso de redação promovido pelo ES+ EDUCAÇÃO PROFISSIONAIS.O prêmio foi entregue pelo gerente de Marketing e Comunicação do Sistema Findes,Heriberto Simões.Vale ressaltar que a aluna concorreu com 45 outras redações e ela foi a única aluna de escola pública que venceu.Parabéns.Nós sentimos muito orgulho de você.
Além do prêmio dado a aluna, os organizadores deram três caixas de livros de literatura e dicionários à escola .

Industrialização do Espírito Santo

Vários fatores influenciaram para que o Espírito Santo chegasse a ter indústrias como hoje, entre eles fatores sócio-políticos. A primeira medida foi a construção de usinas hidrelétricas , pois assim as indústrias poderiam começar a produzir. Houve grande incentivo do governo, que criou grandes projetos e que em sua maioria atingiram grandes realizações e um desses resultados foi o desenvolvimento dos portos capixabas.

No inìcio, as indústrias lucravam pouco, porque a economia dessa época era baseada no setor primário, a agricultura, a pecuária e o extrativismo. Ao longo de décadas, com muito incentivo do governo, surgiram em maior escala no estado.

Hoje a indústria capixaba vem atingindo índices positivos, e a influência vêm das indústrias extrativas, em função do aumento de petróleo e da metalúrgica, com a fabricação de lingotas e perfis de aço gerando mais empregos e renda. Com essa oportunidade, há também o crescimento na formação profissional, mais pessoas estudando, fazendo cursos técnicos, faculdades,pois os empregos disponíveis exigem algum tipo de formação.

Com o passar do tempo foram sendo instaladas mais e mais indústrias no Espírito Santo ,empregando várias pessoas e melhorando a vida deles.Com esse crescimento industrial o estado passou a exportar suas mercadorias e ganhando o mercado nacional e internacional,necessitando assim de mais mão de obra.

Mas a mão de obra ,na atualidade, requer experiência , conhecimentos e pessoas com vontade de crescer,porém isso só se consegue  através de muita dedicação e estudo.

A maioria das pessoas experientes na área industrial são pessoas bem mais velhas, as quais estão se aposentando.Com isso está sobrando vaga no ramo,devido a falta de pessoas jovens experientes e com conhecimento industrial.

Por isso cabe aos jovens estudarem, se qualificarem,para poder garantir uma vaga no ramo e fazer com que o nosso estado  cresça mais e mais no ramo industrial.

Autora Daniela Belz
Professora:Brenda Maria Soares

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

ACADEMIA RELER E FAZER

DURANTE TODO O ANO DE 2010 PARTICIPAMOS DA ACADEMIA RELER E FAZER ENVOLVENDO O ESCRITOR MONTEIRO LOBATO E SUAS OBRAS.AQUI SERÃO POSTADAS ALGUMAS FOTOS DE TODO NOSSO ENVOLVIMENTO ATRAVÉS DE LEITURAS,PRODUÇÃO DE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS,CARICATURA,DESENHOS MODERNOS TEATRO ..ETC.APRECIEM..

domingo, 12 de setembro de 2010

Indo pra Ceasa

Moro em Rio das Pedras em Santa Maria de Jetibá,sou descendente de pomeranos.

Os pomeranos trabalham cultivando verduras, além de cultivá-las, eles as vendem na Ceasa.

Toda semana, às sextas feiras, o meu avô vai para Ceasa levar verduras para vender.

Na quinta embalamos as verduras, para que na sexta, esteja tudo pronto.

Dia desses, meu avô pega uma caixa de rabanete, que por sinal está muito pesada, não aguenta e:

____ Tróóó.

__ Mais que fedor, hein?_ disse eu

__ Fui eu _ disse ele

Ás 19 horas ,quando já estamos saindo ele vai lavar as mãos e escovar a dentadura , então,solta um pum.

_ Acho que comi um ovo podre_ disse ele

_ Por isso está fedendo tanto ? perguntei

Trinta minutos depois,entramos no caminhão ,meu avô ao passar a marcha faz tanta força que solta outro pum.

_Tá fedendo,hein, vô !!

__Não posso segurar ,faz mal!

__ Mal vai fazer a mim,vou morrer sufocado! _respondi- abananando a toalha .

Quando estávamos em Santa Leopoldina,uma jovem pede carona.Paramos o carro e ela diz que vai para Cariacica.

Próximo a Mangaraí,estou bem batendo papo com ela:

___ Tróoó, Tróóó...

__O que é isso ? –perguntou ela

__Soltei um peido – respondeu meu avô

__ O senhor pode me deixar aqui mesmo, está bom.Obrigada!

___Você não ia pra Cariacica? –perguntei??

___Você falou certo, ia ,mas não quero ficar intoxicada....

A moça saltou e eu disse ao vovô:

__ Poxa vovô,você me fez perder uma gatinha,por causa dos seus peidos. Ele me respondeu:

____ Tróóó, Tróóó, Tróóó...



Se você fosse leitor, no meu lugar,o que faria?






Julio Foesch Reinholz- 8ª A- Professora:Brenda Maria Soares

UM VIZINHO LARÁPIO

Na roça onde moro ,todos se conhecem e plantam as mesmas coisas: chuchu,tomate,pimentão,verduras em geral.

Quando os vizinhos se encontram é assim:

__Boa tarde, tudo bem?

__Boa tarde.Não está muito bem não,mas tá indo.

__Então tá bom,tchau!



Um dia desses ,meu pai estava indo pra roça quando encontrou o vizinho de sempre.Ele ,como sempre gentil ,cumprimentou :

__Boa tarde, tudo bem?

__Boa tarde.Não está muito bem não,mas tá indo- respondeu meu pai.

__Por que não está tudo bem, cumpadre?

__É que anda sumindo algumas coisas aqui na minha plantação,sabe?A bomba d’água,umas mangueiras.Comprei outras,mas vai levar uns anos pra eu pagar e a colheita não ta tão boa!

__Tenho que ir- disse o tal compadre

_Inté mais _ despediu-se meu pai.



À noite ,meu resolveu ficar vigiando a plantação.Colocou lá uma bomba d´água nova e perto dela uma armadilha.Lá pelas dez horas em ponto ele ouve um grito.Pega a espingarda e vai até a bomba.Chegando lá,adivinha quem estava preso com o pé na armadilha?

Pois é, era o tal compadre que estava nos roubando.Vigarista.Meu pai registrou uma queixa conta ele na delegacia.Ele devolveu tudo que nos roubou.Pagou fiança e está solto.Quando ele nos vê pelo caminho,volta pra trás ou foge para o meio do mato.

Veja bem,leitor,as pessoas que achamos que são amigas.São as piores que imaginamos.



Alicéia Kosanke-8ª A- Professora:Brenda Maria Soares

Um homem que fala demais

Moro em Rio das Pedras em Santa Maria de Jetibá.Nossa família sobrevive do cultivo de verduras e da venda de café.Temos dois morros lotados de café,mais ou menos uns 10,000 pés.Consequência :Não conseguimos colher todos grãos sozinhos.

Todo o ano ,na época da colheita do café, costumamos contratar pessoas para ajudar na panha dos grãos. Esse ano contratamos 6 homens.Pagamos 5 reais pelo saco colhido.

Um desses homens ,o Juvenal, era muito falador,falava mais que trabalhava.Adora contar vantagens.Dizia que conseguia encher 10 sacos de café por dia.

Um dia estava ele contando vantagens e esqueceu de colocar o saco num lugar seguro.Resultado.O saco começou rolar morro abaixo e entornou o café todo.

Meu pai o fez juntar todos os grãos que se espalharam a quase 1000 metros morro abaixo.Caiu grãos até no asfalto. E foi só o que ele conseguiu fazer o dia todo.Esse dia ,para ele foi perdido,só recebeu pelo saco entornado,ou seja,apenas cinco reais.

Viu ,leitor? Quem fala demais ,faz de menos e ainda por cima leva prejuízo.



Guilherme Henrique Lemke-8ª A- Professora:Brenda Maria Soares

Um político na roça

Parece uma floresta. Uma floresta bem verde, eu diria, as florestas são bem verdes , é claro ,né ,leitor?

Que coisa maravilhosa acordar e ver as verduras crescerem bem verdes e bonitas. Qualquer agricultor fica feliz.

Um dia desses ,meu pai estava arrancando beterraba ,quando um político passou e disse:

_ Oh moço, se o senhor votar em mim e eu ganhar ,eu lhe dou um emprego na prefeitura,aí o senhor se livra dessa vida horrível.

Meu pai olhou para cara do homem,com vontade de esganá-lo e respondeu:

__Quem te disse que essa vida é horrível? Se ninguém plantar, como é que vocês lá da cidade vão sobreviver?

O homem saiu e nem se despediu





Katiela Belz Reinholz-- 8ª A- Professora:Brenda Maria Soares